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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

What if it rained? We didn’t care!

Quando soube que Paul McCartney voltaria ao Brasil em novembro deste ano, quase não consegui conter minha felicidade. Ainda mais quando se confirmou que uma das cidades escolhidas para voltar com a Out There Tour era São Paulo. Eu já estava planejando ir até lá para resolver algumas pendências pessoais e a notícia me permitiu unir o útil ao (muito mais que) agradável.
Feitos os planos, passei a observar atentamente a previsão do tempo para a capital paulista. No Weather Channel e no Climatempo, a previsão era de chuva para os dias em que eu estaria na cidade. E por mais que eu me solidarize com a necessidade paulistana de que a água jorre do céu, minha torcida era para que o previsto não se confirmasse. Chegando a São Paulo, comemorei (desculpem, paulistas!) cada vez que eu colocava o pé na rua e o sol estava lá, brilhando. Resolvi o que precisava resolver e enfim chegou a hora de ver meu artista preferido no palco. E fazia sol.
Lá pelas 17:30, o céu foi ficando carregado. De repente, uma tempestade com direto a relâmpago, trovão e ventania caiu sobre as filas de fãs, que não arredavam pé. Os portões do Allianz Parque foram abertos e as pessoas foram se amontoando em frente ao palco, nas pistas e arquibancadas, com suas capas de chuva encharcadas. Aqui e ali, algumas reclamações. “Podia parar de chover, né?” “Já tá bom de parar essa chuva!”
Foi quando o DJ Chris Holmes assumiu as pick-ups e começou a esquentar o público com a deliciosa setlist de músicas dos Beatles regravadas por outros artistas. Que chuva o quê! Paul logo estaria no palco e nada mais importava.
Depois, veio o tradicional vídeo com fotos do querido Macca em diversas fases da vida: ainda criança, adolescente, com os Beatles, com o Wings, em carreira solo... A essa altura, a chuva já se misturava às lágrimas - faltava pouco para ver o artista mais incrível do planeta de pertinho.
Então, Paul chegou ao palco e a magia aconteceu. Abriu o show com “Eight Days a Week” e seguiu por quase três horas cantando as preciosidades que compôs ao longo dos cinquenta anos de carreira. Do novo disco (New), escolheu “Save Us”, “Queenie Eye”, “New” (com homenagem dos fãs, que balançaram bastões de neon) e “Everybody Out There”. Do penúltimo disco (Kisses On The Bottom), a eleita foi “My Valentine”, que começa com versos perfeitos para aquela noite: “What if it rained / We didn‘t care”. Chovia muito e nós, da plateia, já não dávamos a mínima.
Entre uma música e outra, a costumeira simpatia do cantor levava todos à loucura. Aprendeu a falar “É nóis!”, “mano”, “Sampa”, “paulistas” e dedicou “All Together Now” à “molecada”. O público retribuiu com balões coloridos durante “Ob-La-Di Ob-La-Da”, celulares acesos em “Let It Be” e canto a plenos pulmões acompanhando a banda em todo o show.
No fim, a sequência “Golden Slumbers / Carry That Weight / The End”, acompanhada pela chuva de papéis picados com as cores do Brasil, lembrou que estava chegando ao fim a noite mágica. Mas não sem antes Paul dizer em bom português duas palavrinhas que soaram como música aos ouvidos de quem estava ali: “Até logo!” O amor dos fãs brasileiros por Paul é muito grande e parece ser correspondido.
Depois do show, fiquei sabendo que não chovia tão forte em São Paulo desde abril e que a chuva continuou caindo nos dias que se seguiram. Sobre isso, alguns comentaram que só mesmo Paul McCartney para fazer chover em São Paulo em plena crise de abastecimento. Milagre de “São” Paul ou não, a tempestade não só não atrapalhou a alegria de quem estava lá como também deixou ainda mais lindas as luzes do palco. O próprio cantor citou os versos iniciais de “My Valentine” para traduzir a sensação de todos naquela noite tão especial. E eu completo com outro de seus versos, de uma música que não estava no repertório escolhido, mas que representa bem o que se passa na cabeça de quem tanto admira seu trabalho: “And love is all that stays / Only love remains”.

sábado, 2 de novembro de 2013

A verdadeira estrela

Há momentos na vida que parecem nos tirar da realidade. Quando e enquanto eles acontecem, tudo o que incomoda parece não fazer mais sentido. Assim foi minha quinta-feira, 31 de outubro de 2013. E tudo isso porque Ringo Starr veio a Curitiba e me deu a chance de revê-lo em ação com sua All Starr Band.
Desta vez, o show foi no Teatro Positivo e meu assento ficava bem próximo ao palco. Então, eu podia ver suas expressões faciais, observar com mais cuidado seu jeito de dançar, de fazer piadas, e até de assoar o nariz entre uma virada de bateria e outra. E ele estava incrível, alegre e cheio de vida! Aos 73 anos, Ringo chegou a fazer polichinelos no palco, mostrando que idade não tem nada a ver com energia. Abriu com o clássico de Carl Perkins "Matchbox", seguido por "It Don`t Come Easy" e a recente "Wings", que o levou a brincar com os fãs sentados na primeira fila vestidos com camisetas do disco "Ringo 2012", de onde saiu a música.
Além da visão privilegiada que tive nesta minha nova oportunidade de ir a um show do ex-beatle, ganhei de presente um espetáculo completamente novo, já que a All Starr Band desta turnê é diferente daquela que veio ao Brasil em 2011. O ponto alto do repertório dos novos integrantes foi o momento em que Gregg Rolie cantou "Black Magic Woman". Nunca pensei que veria o tecladista do Santana tocando e cantando essa e outras músicas que se tornaram tão célebres ao longo dos anos - e amei a surpresa!
Mas nada supera Ringo, a verdadeira estrela da noite. Na bateria, ao microfone ou tocando e cantando ao mesmo tempo, Ringo me fazia acreditar que o mundo todo era só aquele teatro. E assim meu coração foi disparando mais e mais, até o momento mais catártico do show: "With a Little Help From My Friends" - e como é bom brindar a presença de Billy Shears! Fácil acreditar que só existe alegria no mundo. Difícil conter as lágrimas...
Depois, "Give Peace a Chance" fechou a noite e deixou aquele gostinho de quero mais. Ringo saiu correndo no fim da música, sem, no entanto, deixar de dar mais um presente para a plateia. Ele jogou sua toalha branca em direção aos fãs e um menino muito sortudo conseguiu levar para casa o troféu. Acabou o show tão esperado e era hora de voltar à realidade, mas muitos não queriam deixar o local - e eu me incluo nesses muitos. Bem que todo dia poderia ser tão bom quanto esta quinta-feira...

domingo, 28 de julho de 2013

"Rockshow", Minha Máquina do Tempo

Sempre sonhei com a invenção de uma máquina do tempo que me levasse a grandes momentos que não tive a chance de ver por terem acontecido antes de eu nascer. Com essa máquina, eu iria a vários shows de bandas que não existem mais. Doors, Queen... Beatles! Veria a loucura no Shea Stadium, a aparição mais que marcante no programa de Ed Sullivan, o derradeiro encontro no telhado em Saville Row... 
A máquina do tempo é um sonho distante, eu sei. Mas neste fim de semana, de certa forma, cheguei bem perto da experiência de fazer uma viagem para quase quarenta anos atrás. Foi uma ida ao cinema, para assistir a "Rockshow", filme que mostra um dos shows da turnê da banda Wings nos Estados Unidos em 1976. De repente, me senti como se estivesse lá em Seattle, no estádio Kingdome, cantando junto com todo aquele povo que estava lá. A cada riff de Denny Laine e Jimmy McCulloch, a cada virada da bateria de Joe English, a cada interação do "casal real" Paul e Linda McCartney, minha vontade era de aplaudir - e só aí eu me lembrava que estava em um cinema e que precisava conter minha empolgação.
E o que dizer do quarteto de metais que acompanha a banda na turnê? Tão cheio de energia, tão brilhante... Nem o melhor dos teclados tecnológicos de hoje em dia substitui a vida que uma seção de metais de verdade dá a um set list.
Dentre tantos pontos que merecem destaque, não há como não comentar sobre o próprio Paul McCartney. Sua voz sempre teve presença, mas ali estava em seu auge. Afinada, forte, impecável. Paul experimentava o sucesso fora dos Beatles - e como isso parecia fazer bem a ele...
De tudo em "Rockshow", acho que o único detalhe que me fez torcer o nariz foi a qualidade da imagem. Nos momentos em que há menos luz, há muito ruído visual. Imagino que isso aconteça porque o filme foi feito há mais de 30 anos. No entanto, nem mesmo os momentos em que há mais ruído são capazes de diminuir o valor do registro.
Por 133 minutos, estive em outra época, diante da melhor formação da banda que Paul McCartney fundou após sua saída dos Beatles. Máquinas do tempo podem ainda não existir, mas, neste fim de semana, viajei para o passado e lá permaneci extasiada.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

I am amazed with you, Paul!!!

Quando a notícia de que Paul McCartney faria a estreia da nova turnê "Out There" no Brasil começou a se espalhar, surgiram também os comentários dispensáveis, do tipo: "Paul McCartney no Brasil de novo? Ah, tá vindo tirar dinheiro dos trouxas brasileiros..." O estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, completamente lotado de pessoas que, como eu, se emocionam com a obra do cantor e dos Beatles é a prova de que, apesar da "turma do deixa disso", Paul é sim sempre muito bem vindo - e ele ainda pode surpreender.
As novidades da "Out There" começam pelo clipe de abertura, com fotos da carreira do querido Macca, mescladas com imagens de sua infância, desenhos criados por ele e uma sequência de músicas que prepara o espírito da plateia para o que está por vir. O novo palco também é um espetáculo à parte, com uma plataforma frontal que sobe quando Paul canta "Blackbird" e "Here Today". Com todo o público cantando junto e Paul conduzindo tudo lá do alto, é bem difícil não ir às lágrimas...
Mas a maior surpresa foi o novo setlist. Uma atrás da outra vieram canções que surpreenderam a maioria dos fãs. "Eight Days a Week", "Junior's Farm", "Listen To What The Man Said", "Hope Of Deliverance" (com o baterista Abe Labouriel Jr. tocando violão), "Another Day", "Your Mother Should Know" (e a cena do filme "Magical Mystery Tour" passando no telão ao fundo), "All Together Now", "Being For The Benefit
Of Mr Kite" (que contou com um show psicodélico de raios laser absolutamente incrível!), "Hi Hi Hi", "Lovely Rita"... Foram tantas as novidades que não dava para acreditar... Sim, os clássicos, como "Let it Be", estavam lá também. No entanto, Paul parecia estar mesmo era querendo dar aos brasileiros um novo fôlego, resgatando sucessos dos Beatles, do Wings e de sua carreira solo que se tornaram verdadeiras raridades sobre o palco.
E o show de simpatia que já é característico do bom e velho Paul? Também aconteceu, em especial quando ele recebeu no palco as meninas da campanha "Paul, Vem Falar Uai!", que pleiteavam no Facebook a ida do artista a Belo Horizonte. Ele distribuiu beijos e autógrafos, mostrando a todos como um artista deve se comportar com seus fãs.
Na homenagem do dia, quando todos da plateia levantaram placas em que se lia "Thank You" (Obrigado), ele retribuiu, dizendo que era ele quem estava agradecido. 
A despedida com "Golden Slumbers/Carry That Weight/The End" e a chuva de papeis picados nas cores da bandeira do Brasil são responsáveis por mais lágrimas na plateia. É tanta gente emocionada, tanto amor... Paul McCartney e o público brasileiro foram feitos um para o outro e tenho certeza de que, mesmo que ele tivesse feito um show igual ou parecido com os anteriores, a emoção seria tão grande quanto foi a que atravessou a noite de 4 de maio no Mineirão, com todas aquelas surpresas. Quem se cansa de Paul se cansa da vida.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Serviço de Preto anima o Jokers!

A banda Serviço de Preto esquentou a noite da última sexta-feira no Jokers Pub Café com o show "Tributo a Stevie Wonder". O espetáculo foi o último da banda em 2012, uma vez que o vocalista Fabrizio Rosa embarca hoje para uma temporada em Paris. Boa sorte para o Fabrizio!
Confira abaixo um trechinho do show:

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Serviço de Preto: uma amostra do show de amanhã!

Quem estiver em Curitiba amanhã tem uma ótima pedida para esquentar a noite: o show do Serviço de Preto no Jokers Pub! A banda sobe ao palco às 23h e vai apresentar canções de Stevie Wonder do período soul e funk de sua carreira. Aqui, o trechinho de um dos ensaios:

Show Tributo a Stevie Wonder com Serviço de Preto
Sexta, dia 04 de maio Jokers Pub Café – R. São Francisco, 164
Ingressos: $15 (antecipado e com flyer eletrônico) e $20
Informações: (41) 3324-2351

A banda
Fabrizio Rosa – voz
Mauricio Pereira – guitarra
Leomaristi – baixo
Edu Kardeal – bateria
Ricardo Janotto – percussão
André Collini – Rodhes e teclados
Juliana Pinho (eu!) – voz
Juninho – voz e teclados

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sexta-feira tem Serviço de Preto no Jokers!

Hora de fazer assessoria! Hehehe! Nesta sexta-feira, a banda Serviço de Preto apresenta o show "Tributo a Stevie Wonder" no Jokers Pub, em Curitiba. O show começa às 23h e os ingressos custam R$15 (com flyer, que pode ser encontrado no site www.jokers.com.br) e R$20. No repertório, sucessos do período soul e funk de Stevie Wonder, com direito a interpretações de "Lately", "Superstition", "My Chérie Amour" e outras canções. Olha só o que vem por aí:
 

Show Tributo a Stevie Wonder com Serviço de Preto
Sexta, dia 04 de maio
Jokers Pub Café – R. São Francisco, 164
Ingressos: $15 (antecipado e com flyer eletrônico) e $20 Informações: (41) 3324-2351

A banda
Fabrizio Rosa – voz
Mauricio Pereira – guitarra
Leomaristi – baixo
Edu Kardeal – bateria
Ricardo Janotto – percussão
André Collini – Rodhes e teclados
Juliana Pinho (Eu!) – voz
Juninho – voz e teclados

quinta-feira, 26 de abril de 2012

My heart is like a wheel! (parte 2):


Estar a poucos passos de realizar um grande sonho é mesmo algo indescritível. O coração dispara, as mãos suam em profusão, o corpo inteiro treme de ansiedade. A fome cessa, os olhos se enchem de lágrimas a cada lembrança de que o momento está chegando, o espelho vira um companheiro na hora de treinar o que dizer.
Quando soube que conheceria meu ídolo Paul McCartney, surgiu uma grande dúvida na minha cabeça: “O que eu vou dizer a ele, que já me disse tanto em suas músicas?”. Ensaiei a semana toda perguntas que queria fazer e, à medida que os dias passavam, mais eu me questionava se aquilo tudo estava realmente acontecendo na minha vida. Verdade que eu iria encontrar o artista mais genial da história contemporânea da música? O dia estava se aproximando...
Meu marido e eu chegamos a Recife no sábado, dia em que Paul fez seu primeiro show no Estádio José do Rego Maciel, conhecido como Estádio do Arruda. Precisávamos buscar o ingresso dele na bilheteria e seguimos até lá no fim da tarde. Os portões ainda estavam fechados e havia muita gente nos arredores. No caminho, havia um vendedor de café ouvindo “All My Loving” na rua e aí aconteceu a epifania – eu ia realmente conhecer o cara que escreveu essa e tantas outras músicas que são a trilha sonora da minha vida e da de tanta gente! Mais uma vez, o coração disparou, as mãos suaram em profusão, o corpo inteiro tremeu e o choro não pôde ser contido.
No domingo, fomos no horário e local marcados para encontrar a equipe da Planmusic e, de lá, seguir para o estádio. Ali tive meu primeiro contato com os outros vencedores do “Desafio Paul McCartney” que me acompanhariam na aventura. Muitos deles são músicos e fãs do Paul, o que me deixou bastante contente. Assim, tivemos muito o que conversar nas horas que se seguiram.
Chegamos ao estádio por volta das 14h e fomos encaminhados à sala de imprensa, onde conheci também os cinegrafistas da Globo Nordeste que registrariam o encontro com o eterno Beatle. Permanecemos ali até poucos minutos antes do início da passagem de som. Fomos levados à pista e pudemos observar a entrada de cada um dos músicos da banda no palco. Por último, lá estava ele! Com uma camisa xadrez, colete preto, calça jeans e tênis preto, mascando chiclete e tomando um gole aqui e outro ali de água mineral, Paul McCartney cumprimentou o público que lá estava dizendo que a passagem de som seria curta desta vez. Cantou diversas músicas, esqueceu a letra de “Penny Lane”, fez todos rirem ao esquecer-se também dos acordes de “(I Want To) Come Home” e brincar dizendo que aquela era uma versão curta da música. Era ele! Incrível, brilhante, simpático como uma grande personalidade deve ser!
Faltando duas músicas para o fim da passagem de som, fomos chamados para ir ao backstage. Chegou a hora! Deixamos nossas câmeras fotográficas e outros pertences com um dos integrantes da equipe da Planmusic e, mais uma vez, as regras foram estabelecidas: Paul apertaria a mão de cada um dos vencedores do desafio, tiraria uma foto coletiva e se despediria. Nada de abraçá-lo, beijá-lo, puxar seu cabelo ou qualquer coisa que o valha. E sim: “Não pode chorar!”. Pronto! “Ih! Me ferrei!”, eu disse, com os olhos cheios de lágrimas, ouvindo “Bluebird” ao fundo. “Se chorar, a foto vai ficar feia!”, disse uma das pessoas da organização e eu disse “Mas o que você faz quando está prestes a conseguir uma coisa com a qual sonhou a vida inteira?” e ela respondeu: “Ah, mas a gente também sonha! E precisa se segurar!”. A partir daí, consegui respirar fundo, controlar o choro e me preparar para o que estava por vir.
Aplaudimos cada um dos membros da banda assim que eles passaram por nós, que estávamos enfileirados no corredor ao lado do palco. Todos eles são grandes músicos e merecem o devido reconhecimento. O primeiro a passar foi o tecladista Wix Wickens, seguido pelo baterista Abe Laboriel Jr. e pelo guitarrista Brian Ray. Depois, foi a vez do guitarrista Rusty Anderson receber nossos aplausos. E então, ele apareceu: Paul McCartney estava chegando e meus olhos não podiam acreditar!
Conforme previsto, apertou a mão de cada um de nós, sempre muito simpático. Quando chegou minha vez, eu disse “Oi!” e ele retribuiu. Então, viu meu colar, com um pingente em forma da logomarca do Wings e falou: “Hey! Que legal!” e continuou apertando as mãos das pessoas que faltavam. Aí, perguntei a ele: “Tudo bem com você?” e ele respondeu: “Tudo bem! Obrigado!”. Terminou de cumprimentar todos, voltou para mim e me perguntou: “Qual música você cantou no vídeo?”. Respondi: “Got To Get You Into My Life!” (“Preciso ter você em minha vida”, em inglês) e ele brincou: “Você precisa?”. Como não rir depois disso? Em seguida, me perguntou: “Você cantou bem?” e eu disse “Bom, acho que sim!” e, sem eu esperar nem exigir nada, ele me deu um abraço! Correspondi ao abraço dele, meio tonta com o momento. Era isso mesmo? Depois, ele se virou para frente, ainda com o braço em volta de mim, e pediu para tirarmos a foto. Por fim, se despediu e eu só tive tempo de dizer a ele: “Muito obrigada, Paul!”. Ele falou: “Não há de quê! Tchau!” e saiu. Ainda tentei fazer uma última pergunta – uma daquelas que tanto ensaiei durante a semana – mas não deu tempo. Não faz mal. O que tinha acontecido já era mágico e inesperado demais!
Quando ele se distanciou, caí em pranto! Chorei como criança, tentando me convencer de que tudo o que tinha acontecido era verdade. Os outros vencedores do concurso vieram me abraçar e disseram: “Ele conversou com você! Ele te abraçou!” e eu não cabia em mim de tanta felicidade!
Depois de tanta emoção, a noite só estava começando. Vieram cerca de três horas maravilhosas de mais um show inesquecível, cheio de canções incríveis e algumas novidades no repertório: “The Night Before”, “My Valentine” (com direito ao belíssimo clipe nos telões), “Golden Slumbers” e a música que sempre quis ouvi-lo cantar no palco, “Maybe I'm Amazed” - que quase não consegui acompanhar, de tão emocionada que eu estava...
Depois de toda essa aventura, de todas as lágrimas e de todos os sentimentos que vieram à tona na noite do último domingo, só posso estar eternamente agradecida pela realização desse sonho. Nunca conseguirei expressar em palavras o tamanho da minha gratidão – e, certamente, nem todo um dicionário seria capaz de traduzir o que senti naquele dia. Entretanto, deixo aqui uma lição que, por mais piegas que possa parecer, é verdadeira: sonhos se realizam! Eles se realizam sim! Não me esquecerei disso – nem daquela “beautiful night”!

terça-feira, 24 de abril de 2012

My heart is like a wheel! (parte 1):

Quem me conhece sabe o quanto os Beatles são importantes na minha vida. Mesmo tendo nascido 11 anos após o fim da banda, aprendi muito cedo o quanto é gostoso ouvir sua obra. Enquanto eu crescia, eles foram se tornando minhas influências principais na música, meus amigos imaginários, que me aconselhavam por meio de seus acordes, meus companheiros constantes. Há muitos anos – já perdi a conta de quantos -, não há um dia em que eu não ouça pelo menos uma música dos Beatles ou do repertório que cada um dos fab four criou de 1970 em diante. Ao longo do tempo, me apaixonei irremediavelmente pelo Wings, também, que, para mim, só atesta a genialidade do brilhante Paul McCartney. A vida foi passando e minha vontade de, quem sabe um dia, poder encontrar com Paul e agradecer a ele por tudo o que fez pela música só crescia. Mas como isso parecia distante... 
Minha história ganha um novo rumo com uma promoção realizada pelo programa de TV Fantástico, em que era necessário enviar um vídeo divertido e criativo que mostrasse o concorrente cantando uma música dos Beatles. O prêmio: assistir à passagem de som, ao show do querido Macca e ter a chance de conhecê-lo! O prazo era curto. Apenas três dias para produzir tudo e mandar para a Globo. E agora? Ainda na noite de domingo, sentei com um caderno e uma caneta e comecei a anotar todas as músicas que Paul tinha escrito e gravado com os Beatles. Comecei a pensar em como fazer o vídeo e meu marido me ajudou no “brainstorm”. Foi quando ele teve uma ideia: que tal usar dois objetos inanimados, como um alicate e um cortador de unha, para contar uma história de amor inspirada pelas canções românticas dos Beatles? Abracei a ideia e dormi com ela na cabeça. No dia seguinte, desenvolvi um roteiro em que um alicate e uma tesoura viveriam um romance ao som de “Got To Get You Into My Life” e apresentariam a seu filho, o cortador de unha, a paixão pelos Beatles e por Paul McCartney. Gravei a música, fotografei os objetos e comecei a montar a sequência de imagens que contaria a narrativa. Tesoura e alicate se conhecem, vão à praia, ao cinema, assistem a um show do Paul, se casam, têm um filho, levam-no à Abbey Road e assim por diante. Na última cena, retorno à mesa em que estão os objetos e apareço cantando a música que embalou toda a história, torcendo muito para conseguir ter Paul em minha vida, em alusão à canção. Terminei de editar o vídeo apenas na quarta-feira, último dia do prazo. Enviei, colocando o título “Amor Incomum” e escrevendo na descrição: “O romantismo de Paul McCartney é capaz de despertar o amor onde e em quem menos se espera”. Agora, era segurar a ansiedade até o domingo seguinte, quando a lista de vencedores seria divulgada. 
Quando o dia do resultado chegou, lá estava eu, com o coração na mão, acompanhando a cada fim de bloco do Fantástico os nomes e vídeos que vinham surgindo como premiados. Já estava sem esperanças quando, no último bloco, mostraram meu vídeo com o nome de outro concorrente. Fiquei desesperada, sem entender o que tinha acontecido. Aquele era o meu vídeo! Não consegui ouvir minha voz no trecho que foi exibido durante o programa, o que me deixou ainda mais aflita. Mas ouvi o apresentador Zeca Camargo narrando que aquilo se tratava da história de amor entre um alicate e uma tesoura. Era mesmo o meu vídeo!!! Não dormi naquela noite, mesmo depois de assistir à reprise do programa e conseguir ouvir minha voz. Meu marido também não dormiu, de tanta preocupação. 
Às 7h da manhã de segunda-feira, quando o atendimento telefônico da Globo teve início, liguei para lá e expliquei o que tinha acontecido. Já havia mandado um e-mail para a emissora na noite de domingo e fui instruída a esperar, que a produção do Fantástico entraria em contato comigo. Não almoçamos – meu marido e eu nem sentíamos fome de tão tensos. As horas pareciam não passar. No meio da tarde, lá pelas 16h, recebi a ligação do produtor do Fantástico, Celso Lobo. Meu coração, acelerado como nunca, parecia estar prestes a explodir. Celso pediu desculpas, afirmou que havia acontecido um erro na hora de dar os créditos de dois vídeos – o meu e o de outro participante – e disse o que eu mais queria ouvir naquele momento: “Pode ficar tranquila! Você vai conhecer o Paul!”. 
Não consigo explicar o que senti. Só sei que a felicidade de saber que realizaria um sonho que parecia tão distante era infinitamente maior do que as palavras podem descrever. Mais tarde, recebi uma ligação da equipe da Planmusic, empresa responsável pela vinda de Paul McCartney ao Brasil, informando que eu iria a um dos shows de Recife. Acertado que seria em Pernambuco, começou a maratona para vender os ingressos que eu e meu marido tínhamos comprado para o show de Florianópolis (ou não conseguiríamos comprar o ingresso da pista premium do show de Recife para que meu marido pudesse assisti-lo comigo), cancelar a compra do pacote de ida e volta de ônibus de Curitiba para Florianópolis, providenciar passagens e hospedagem em Recife, etc, etc, etc. O tempo corria e eram muitas as pendências... Enfim, conseguimos acertar todos os detalhes e embarcamos no sábado para Recife. Mas essa parte da história fica para o próximo post! Quer ver o vídeo com o qual participei no concurso? Clica aí abaixo!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

The one and only Ringo Starr!


Nos últimos dias, muito se falou sobre a suposta fraqueza que teria um show do ex-beatle Ringo Starr. Li textos em que disseram que o espetáculo era sem graça, que não empolgava, que não emocionava. Vi gente dizendo que Ringo era um péssimo baterista e que sua All Starr Band reunia um punhado de artistas que não têm nada de realmente bom a oferecer. Quanta bobagem...

Quem esteve no último dia 15 no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, sabe o que sentiu quando as luzes se acenderam e, diante de um cenário psicodélico com flores e uma enorme estrela no meio, surgiu Ringo Starr. Aos 71 anos, rodeado de amigos, Ringo faz o que gosta e encanta a plateia com seu jeito divertido.

É bem verdade que a casa de shows não estava lotada. Com o temporal que aconteceu pouco mais de duas horas antes do início do espetáculo, muita gente se assustou. Aos poucos, as pessoas iam chegando, preenchendo os espaços e trazendo sorrisos calorosos que provavam o quanto era grande a expectativa. Mas era visível que ainda havia ingressos disponíveis.

E daí? Ringo não se fez de rogado. Com sua simpatia costumeira, deu boa noite a todos e a cada setor da plateia, dividida em pista prime, pista comum, cadeiras e camarotes. "Boa noite, pessoal da direita! Boa noite, galera da esquerda!", disse. E, apontando para um camarote na ponta direita, veio a primeira tirada: "Para vocês cinco aí, boa noite também!". A gargalhada foi geral. A partir daí, foi um festival de energia, grandes sucessos e comentários engraçados que vinham um atrás do outro. Aquele era mesmo Ringo Starr!

O repertório começou com "It Don't Come Easy", single pós-Beatles do baterista e cantor, seguido por "Honey Don't", de Carl Perkins, que ganhou uma gravação dos fab four na voz de Ringo. Em seguida, os integrantes da All Starr Band foram se alternando atrás do microfone. Trouxeram para o público hits de suas bandas anteriores e surpreenderam pela qualidade de suas performances. Foi muito bom ver Edgar Winter tocar todos aqueles instrumentos em "Frankenstein"! E o que dizer do solo de guitarra de Gary Wright em "Rock n' Roll Hootchie Koo"? Tão impressionante que deixou a plateia de boca aberta - e Ringo tratou de fazer uma piada: "Tem alguém aí aprendendo a tocar guitarra? Essa é a segunda lição!". Quando Richard Page terminou "Broken Wings", Ringo comentou que aquela tinha sido a melhor apresentação daquela música em toda a turnê, prova de que houve uma conexão realmente emocional entre o público e os músicos. Mas a catarse ainda estava por vir...

Cada vez que Ringo Starr pegava o microfone ou ia para trás de sua bateria – ou fazia as duas coisas ao mesmo tempo -, o público enlouquecia. “Choose Love”, “I Wanna Be Your Man”, “Boys”, “The Other Side Of Liverpool” vieram e arrebataram a plateia. Se em “Yellow Submarine” o chão tremeu, quando, depois de “Photograph” e “Act Naturally”, vieram os primeiros acordes de “With a Little Help From My Friends”, a emoção não podia ser maior. Um coro emocionado acompanhava “the one and only Billy Shears”, com muitas lágrimas nos olhos e cantando a plenos pulmões. Depois de “Give Peace a Chance” - uma homenagem ao amigo John Lennon e uma ótima maneira de reforçar o lema de paz e amor que parece norteá-lo - , Ringo e sua super banda deixam uma plateia mais que feliz. Quem disse que “esse senhor” é fraco, não abriu os olhos para ver que ele é a eterna estrela do Rock n' Roll.



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Paul agradece ao Rio

O site oficial www.paulmccartney.com divulgou hoje um vídeo de agradecimento aos fãs que foram assistir aos shows da "Up and Coming Tour" no Rio de Janeiro nos dias 22 e 23 de maio. No vídeo, Paul aparece dentro do carro, tirando fotos da cidade e passando pelo túnel plotado em sua homenagem. Além deste material, Paul divulgou nesta semana um texto em que afirmou ter se emocionado com as surpresas que a plateia preparou para seus shows, a exemplo dos cartazes com "NA" que foram empunhados durante "Hey Jude".




Thank YOU, Paul!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Rockshow!

Aqui, algumas fotos do super show do Paul McCartney que aconteceu no dia 22 de maio de 2011, no Estádio Olímpico (Engenhão). Enjoy!

















segunda-feira, 23 de maio de 2011

O dia em que a Terra parou


Há exatos seis meses, assisti pela primeira vez a um show do meu ídolo maior, Paul McCartney. Nunca vou conseguir descrever a sensação de vê-lo no palco, cantando, tocando as músicas que fizeram e fazem parte da minha vida, levando às lágrimas a mim e a tantos outros que estavam lá. Pois bem. 22 de maio de 2011 chegou e me trouxe a oportunidade de repetir essa sensação indescritível. Pensei: "Seria tão bom se ele tocasse 'Maybe I'm Amazed', já que ele está relançando os discos 'McCartney' e 'McCartney II'..." e fui para o Estádio Olímpico com uma ponta de esperança, acreditando que essa seria a melhor surpresa da noite.
Enquanto esperava na fila, lembrei daquele pensamento. E pensei, também, em outras músicas que gostaria de ouvir. Que tal "Every Night"? "Coming Up"? De repente, um burburinho. Virei para olhar a rua e entender o que estava acontecendo, quando vi um ônibus passar. Era a euforia da espera pelo show que estava fazendo todas aquelas pessoas vibrarem por ver um ônibus? O burburinho foi aumentando, se transformando em um crescendo de emoção até que dois batedores da polícia seguidos por um carro preto apareceram. Sim, era ele! Paul McCartney estava lá, no bando de trás, acompanhado por outras pessoas. O vidro aberto, o aceno para a multidão e, por alguns segundos, a Terra parou. Quem estava dentro do carro com ele? Não sei, não vi. Meus olhos só tinham um foco e queriam registrar aquele momento a todo custo. Foi muito rápido, porém suficiente para fazer a fila toda tremer comigo.
Um fã que estava na minha frente não conseguia acreditar. "Você ouve Beatles a vida inteira e Paul parece alguém distante, irreal. Aí ele aparece e você vê que ele existe mesmo", disse a mim, resumindo o que grande parte das pessoas deve ter pensado naquela hora.
Um pouco depois de sua chegada, Paul subiu ao palco e começou a fazer a passagem de som. Quem estava à espera, ainda na fila, e quem pode entrar antes no estádio ouviu "Every Night" e, mais tarde, durante a exibição da tradicional colagem de fotos da "Up And Coming Tour", dançou ao som de "Coming Up". "Maybe I'm Amazed" ficou de fora do setlist, mas quer saber? Nenhuma música, surpresa ou novidade em relação aos shows de novembro teria sido mais emocionante que ver Paul acenando de dentro do carro.
Assisti ao show bem próxima à grade que separa o palco do público, senti o calor dos fogos de artifício de "Live And Let Die", enchi bexigas coloridas e segurei um dos "NA" que surpreenderam Paul e sua banda durante "Hey Jude". Vivi uma experiência completamente diferente desta vez e insisto novamente: continuo sem palavras.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Soulution Orchestra agita o Teatro Positivo


Na noite do último sábado, o Teatro Positivo (Curitiba - PR) foi palco para uma homenagem ao dia das mães. A todas elas, sim, porém quatro mulheres receberam destaque: Julia Lennon, Mary McCartney, Louise Harrison e Elsie Starkey, mulheres responsáveis por uma grande revitavolta no rock, mulheres que colocaram no mundo quatro dos maiores talentos da música mundial - as mães de John, Paul, George e Ringo. A lembrar essas quatro mulheres, começou o show da Soulution Orchestra intitulado "The Beatles - Great Hits", com repertório recheado de canções dos quatro rapazes de Liverpool.
A banda curitibana, especialista em fazer versões "big band" de clássicos do rock, intercalou hits, a exemplo de "Love Me Do" e "Come Together", com o que seria o lado B dos fab four (se é que existe algo assim na história dos Beatles), como "Something" e "Blackbird". As melhores surpresas ficaram por conta das participações luxuosas do guitarrista Alfreli Arruda Amaral, um dos fundadores da tradicional Metralhas Beatles Again - que encantou com a guitarra chorona em "While My Guitar Gently Weeps"- , e do coral Nós em Voz, responsável por uma versão arrepiante de "Strawberry Fields Forever" a capella. Outro momento que merece nota foi o cover de "Get Back" com batida à la Buddy Rich em "The Beat Goes On", de Sonny Bono.
No final, o cantor Zé Rodrigo saiu do roteiro por alguns minutos para homenagear a própria mãe com "My Girl", dos Temptations. Logo depois, voltou com uma sequência animada de number ones dos Beatles para agitar a plateia - e conseguiu colocar o teatro lotado para dançar.
Deixando para lá alguns poucos deslizes (perdoáveis, por favor), a Soulution Orchestra fez um ótimo trabalho. Na saída do teatro, ouvia-se muita gente dizendo "Ah, mas faltou tal música...". Acho que, em se tratando de Beatles, sempre vai haver essa sensação de que alguma faixa sensacional ficou de fora. No entanto, que tal não pensar nas que não entraram no setlist e brindar, se divertir mesmo, com aquelas que foram escolhidas? A dica é: se você souber que a Soulution Orchestra vai apresentar o show "The Beatles - Great Hits" em algum lugar, vá!
Perdeu o espetáculo? Aqui tem um vídeo só para você ter uma ideia do que que eu estou falando:


terça-feira, 3 de maio de 2011

Foo Fighters no Brasil: aumentam as esperanças

Ei, você que está torcendo por um show do Foo Fighters no Brasil: a banda confirmou que vai se apresentar em Buenos Aires no dia 01 de dezembro. A notícia foi divulgada pela rádio argentina Rock and Pop 95.9 FM. Então, ficam mais fortes as chances de que Dave Grohl e seus amigos apareçam realmente por aqui até o final de 2011. Torcendo? Então, lá vai "Rope" para esquentar...

Ingressos para Rock in Rio 2011 estão à venda a partir do dia 7 de maio


Neste sábado, a partir das 0h01, começa a venda dos ingressos para o Rock in Rio 2011. Desta vez, não haverá cobrança de taxa de conveniência - serão cobrados, além do valor do ingresso, apenas os custos com envio pelos correios.
Quem estiver interessado em garantir seu lugar no evento poderá comprar sua entrada nos sites do Rock in Rio e Ingresso.com. Também será possível adquirir ingressos a partir das 10h de sábado em pontos de vendas localizados em diversos shoppings do Rio de Janeiro.
Os ingressos custam R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada) até o dia 31 de maio. Depois, os valores sobem para R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia-entrada). Cada cliente poderá comprar o máximo de quatro ingressos e somente um poderá ser meia-entrada.

Novo vídeo no site RingoStarr.com


Quem visitar o site oficial do cantor e baterista Ringo Starr vai poder assistir a um novo vídeo, em que o ex-beatle convida os fãs para acompanhá-lo na turnê pela Europa. O tour começa no dia 4 de junho, na Ucrânia, e segue até o dia 17 de julho, na Áustria. Acesse www.ringostarr.com e divirta-se!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Eric Clapton vem em outubro


O jornal Folha de São Paulo divulgou hoje as datas dos shows que o cantor Eric Clapton fará no Brasil em 2011. Anote aí: dia 6 de outubro, no espaço da Fiergs, em Porto Alegre; dia 9 de outubro, no HSBC Arena, no Rio de Janeiro; e dia 12 de outubro, no estádio do Morumbi, em São Paulo.
O que você acha que vai entrar no setlist de Clapton no Brasil? Deixe suas apostas nos comentário!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Bono quer cantar em Copacabana


Batido o record de bilheteria dos Rolling Stones, chega a vez de Bono Vox desejar, agora, repetir ou até superar o feito da banda britânica, que tocou para uma plateia gigante na praia de Copacabana em 2006. Explico melhor: o vocalista do U2 declarou que quer fazer um show na orla carioca na véspera da final da Copa do Mundo de 2014. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Bono pensa em se apresentar sobre uma plataforma flutuante no mar, enquanto a plateia assistiria a tudo da areia. Com a certeza de que um show como esses só pode entrar para a história, vamos aguardar para saber se os planos de Bono se tornarão realidade.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

The Strokes pode tocar no Brasil em 2011


Depois do lançamento de "Angles" - álbum muito bom, por sinal -, a banda The Strokes está em negociação para tocar no Brasil ainda neste ano. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o guitarrista do grupo, Albert Hammond Jr, declarou que eles devem vir ao país provavelmente no fim de 2011.
É sentar e esperar...